29.6.14

Pensam-se as cenas nos espaços do Matadouro

É no grande corredor central do Matadouro que João Sousa Cardoso pensa filmar as sequências de abertura e final do filme.  

"Se cá em baixo alguém disser que existe um Deus e não se vir Deus nenhum, se alguém disser que, sendo invisível, Deus pode ajudar a gente, há que bater com a cabeça da pessoa nas pedras da calçada, até que rebente...". Algumas das palavras que Joana Dark dirá no cortejo onde morre e é canonizada, tornando-se assim n'A Santa Joana dos Matadouros.


Há cinco anos, João Sousa Cardoso via Constança Carvalho Homem em cena pela primeira vez em GRT, num monólogo numa loja de candeeiros na Rua Miguel Bombarda, no Porto. Depois, a Constança viu o João em Raso como o Chão.  Trabalharam juntos em Baal, no ano passado, e encontram-se de novo agora. A atriz será Joana Dark!

23.6.14

Primeiras leituras e lembramos A Ronda da Noite

A primeira versão do texto de Bertolt Brecht, traduzida por Regina Guimarães, foi lida em conjunto pelos atores e realizador. Questões acerca da literatura, da oralidade e do teatro surgem, ao mesmo tempo que se pensa o cinema.



Há um ano, o texto O Quarteto, de Heiner Muller, era lido em conjunto pela equipa que trabalhou no filme anterior, A Ronda da Noite, rodado no Cinema Batalha, no Porto. 

19.6.14

O antigo Matadouro do Porto

João Sousa Cardoso, os atores Constança Carvalho Homem e Ricardo Bueno, Miguel Ângelo Carneiro e Felícia Teixeira discutem as diferentes possibilidades de encenação do texto de Brecht, no vasto espaço que é o antigo Matadouro.


17.6.14

Novo projeto de João Sousa Cardoso

Em Setembro e Outubro, o antigo Matadouro Municipal do Porto será o espaço de rodagem do novo filme de João Sousa Cardoso, A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht. O filme tem o apoio da Câmara Municipal do Porto e da Faculdade de Belas Artes do Porto. Este é o terceiro filme, depois das longas-metragens Baal e A Ronda da Noite, em 2013, com a mesma equipa cheia de energi. Já foram feitas répérages ao Matadouro, fotografando documentando um local que está desativado e encerrado há 20 anos. Debateram-se todas as atenções técnicas que o local exige e imaginou-se o que pode acontecer no Matadouro nos meses de trabalho.